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  • Cultura da Visualização Arquitetônica - Level Creative Studio

    Este texto foi originalmente escrito em Inglês por Level Creative Studio e traduzido para o Português. A criação do escritório O escritório Level Creative Studio foi fundado há 6 anos. Tudo começou com duas pessoas: Stefano Mombelli e Samuel Silva Trovato. "Nós sempre tivemos um entusiasmo por tudo que origina da criatividade, desde esculturas a pinturas: no começo, a visualização arquitetônica surgiu da necessidade, com o intuito de ilustrar nosso design. Com o tempo, isso se tornou uma paixão, e em seguida uma profissão. Somos ambos graduados em Arquitetura e nos encontramos na primeira experiência de trabalho após a formatura. O desejo de criar imagens que pudessem ser meios de comunicação foi fundamental para a criação do estúdio: queríamos criar composições em que a atmosfera pudesse transmitir uma história e relembrar uma emoção ou memória. Atualmente temos diferentes especializações em nosso escritório, mas não atuamos como uma máquina separando os departamentos: nós preferimos nos reunir antes de qualquer tarefa, colaborar em ideias e conceitos e em seguida unir forças dependendo na tarefa. A industria de visualização arquitetônica está se tornando mais e mais competitiva, mas sempre tentamos ser diferentes, originais e criar relações com nossos colegas, competidores e clientes. Somos orgulhosos do relacionamento de confiança que estabelecemos com todos eles: acreditamos que o quanto mais próximo o relacionamento e a confiança mútua, melhor o resultado dos projetos. Um dos aspectos que nos orgulham é o fato de termos sido contratados pelo ViFX Academy há três anos para ensinar Visualização Arquitetônica e Pós-Produção. Ensinar é uma experiência única, e temos a honra de manter contato com os alunos mesmo após a conclusão dos cursos. Apesar de sermos professores, também aprendemos com nossos alunos, e sempre mantemos isso em mente quando nos direcionamos à comunidade." O processo criativo "Acreditamos que nessa indústria tudo é uma inspiração; claro que a fotografia, arte e etc são ótimos meios de inspiração; mas para nós, vivenciar a realidade é o método mais poderoso. Adoramos viajar e conhecer lugares diferentes, e tentamos recriar essas atmosferas em nossas imagens. Encontramos inspiração na rotina urbana: tudo pode ser inspiração, é importante lembrar disso. Quando trabalhamos com clientes, sempre tentamos impulsionar as visualizações à frente: é importante focar no projeto, mas o projeto em si deve comunicar-se com a cidade no futuro. Queremos que os clientes nos considerem parte da equipe de desenvolvimento do projeto, criando um respeito, compreensão e confiança mútua. Nós discutimos todos os aspectos do projeto com o cliente, tentando entender o conceito e necessidades, e por fim elaboramos ideias iniciais: primeiro criamos diferentes pontos de vista, desenvolvemos climas e cores sugerindo possíveis atmosferas e cenas reais que poderíamos recriar nas imagens. Começamos com esboços que podem ser facilmente entendido pelo cliente, e após um feedback, decidimos qual deles será desenvolvido. Composição e luz são o nosso primeiro instrumento nesta fase. Essa etapa é a mais importante para nós, porque uma boa escolha do ponto de vista, composição e luz é a metade de todo o processo (em termos do melhor resultado para dar ao cliente uma imagem satisfatória, e que principalmente esteja à par com a nossa filosofia. O realismo para nós nem sempre é um objetivo: neste setor, é claro, é algo importante, mas às vezes não deve ser considerado como a tarefa final. Para nós o principal é comunicar e explicar o projeto, e nem sempre é possível alcançar os dois, e é completamente normal! Às vezes, recebemos críticas como nao evidenciar o projeto na imagem. Um bom exemplo é a imagem que criamos para Geodata - RYAZANSKAYA, uma visão de dentro de um trem em um dia chuvoso; uma das muitas imagens que desenvolvemos para essa tarefa. Nesse caso, fizemos diferentes pontos de vista em que o projeto era claro e totalmente visível. Mas nessa imagem em particular, adoramos recriar o que um passageiro podia ver chegando na estação, talvez depois de uma longa viagem para voltar para casa." Conclusões Finais "Hiper-Realismo é como "eldorado" na visualização arquitetônica: é algo que todo artista 3D está buscando, e para nós é o mesmo, mas é importante não ficar obcecado com isso, porque temos que enfrentar o "realismo" desse trabalho que também é feito de cronogramas, alterações de programa e projeto, entregas, prazos e todos eles fazem parte do nosso trabalho, e precisamos aprender a conviver com eles! :D"

  • Portfólio como olhar crítico e identidade

    O Portfólio é seu cartão de visita, sua identidade, e seu repertório. Ele deve ser feito com cuidado pois representa suas conquistas e abre portas para seu futuro. Não há uma fórmula exata para um portfólio perfeito, mas existem técnicas de design, representação e conteúdo que podem trazer um resultado mais interessante. Abaixo você verá um "estudo de caso" de um portfólio aceito nas maiores universidades americanas e que recebeu mais de 15 propostas de emprego em escritórios internacionais renomados em 2020. Primeiro é necessário reforçar que cada um deve ter seu estilo próprio, que represente seu histórico e onde você deseja chegar em sua carreira. Se deseja trabalhar em áreas técnicas na arquitetura, então é necessário demonstrar suas habilidades técnicas. Se deseja trabalhar com design de conceitos, então é necessário representar estudos preliminares inovadores e de alta qualidade. E assim por diante. O que todos os portfólios devem ter em comum é consistência na representação e qualidade de conteúdo. Pense no portfólio como uma narrativa de suas conquistas, e leve o leitor a uma jornada pelas suas criações. Parte 1. Itens Chave Para um Portfólio de Sucesso 1. Identifique o público alvo Quem verá seu portfólio? Quem será seu empregador? Estas perguntas são o início do planejamento do portfólio, e guiarão seu conteúdo e representação. Montar um portfólio para uma universidade significa demonstrar um leque maior de habilidades, com projetos conceituais, artísticos, de exploração acadêmica e de múltiplas escalas. Montá-lo para um escritório mais corporativo, significa demonstrar domínio técnico e conceitual tanto da profissão, quanto das ferramentas e softwares necessários para a área (Excel, Adobe Suite, Software de Renderização e modelagem BIM e CAD, e etc). Já para um escritório de interiores, você pode demonstrar conhecimento e técnica em escalas menores, composição de espaço, detalhamento, visualização de projeto, criação de mobiliário, conhecimento de materiais e etc. Existem sobreposições entre todos os nichos na arquitetura, reforçando o argumento de que cada portfólio deve ser desenvolvido especificamente para o propósito desejado, seja ele para conseguir um emprego, uma bolsa de estudos ou auto promoção. 2. Crie uma linguagem gráfica consistente. A linguagem gráfica define o senso estético do seu portfólio. Para um portfólio bem sucedido você deve criar: -Hierarquia de texto -Hierarquia de imagem -Consistência de cores -Consistência de legendas -Consistência de layout Hierarquia de texto Utilize no máximo três tamanhos de fonte e apenas dois tipos de fontes diferentes. Você pode utilizar um tamanho de fonte para títulos, um para o corpo dos textos, e um para legendas. As fontes devem se manter consistentes ao longo do portfólio, utilizando por exemplo uma fonte para o corpo do texto e legendas e uma para os títulos, ou uma fonte para títulos e corpo, e outra para legendas. O importante é não exagerar na quantidade de fontes e seus tamanhos. Para textos muito pequenos, recomenda-se usar fontes com serifa, que possuem extensões no desenho de cada letra para facilitar sua leitura. Recomendamos fontes como: -Roboto -Avenir -Freight Book Pro -Open Sans -Playfair -Montserrat -Lato -Raleway -Cinzel Estas fontes são extremamente fáceis de ler e possuem um design atemporal. Evite fontes muito chamativas ou difíceis de ler, pois a pessoa que está analisando o portfólio pode perder o interesse. Hierarquia de imagem Utilize no máximo três tamanhos de imagem ao longo do portfólio. Por exemplo, você pode desejar ter um tamanho de imagem principal para cada projeto, um tamanho para o corpo de imagens, e um tamanho para imagens auxiliares que sejam apenas um complemento informativo ou um desenho de chamada. Consistência de Cores Defina uma paleta de cores que clarifique as suas ideias e projetos. A paleta de cores é extremamente pessoal e define o tom que o analisador lerá seu portfólio. Paletas em tons pastéis são preferíveis atualmente. Elas facilitam a leitura do conteúdo e não deixam o portfólio denso ou poluído visualmente. Cores claras podem destacar as imagens e textos, e cores escuras podem ajudar a trazer um tom mais exploratório. Escolha uma cor mais chamativa para destacar detalhes importantes. O magenta, vermelho ou azul são cores desejáveis para realizar esta função. Consistência de Legendas Legendas são essenciais ao portfólio. Elas descrevem imagens, detalhes e chamam atenção ao que interessa. Por isso elas devem ser sempre implementadas com rigor e consistência. Legendas textuais devem sempre estar alinhadas com a informação que elas destacam, evitando confusão e conflito de hierarquia. Sugere-se que legendas gráficas, como simbologias ou escalas, sejam posicionadas sempre com a mesma orientação e de preferência na mesma posição na página. Consistência de Layout O layout da página deve ser consistente ao longo do projeto para uma leitura uniforme. Utilize sempre linhas guias e não tenha medo de deixar áreas em branco no portfólio. Áreas em branco são extremamente importantes para o respiro entre informações. Não tente inserir todos os desenhos, textos ou imagens por projeto. Selecione apenas o essencial e lembre que muitas vezes o analisador não terá tempo para ler todos os textos, então mantenha o portfólio sucinto, simples e de fácil visualização. Para o layout da página é recomendado ter entre dois e quatro tipos de layout de página por projeto (Layout de capa, layout de introdução, layout de desenhos e diagramas, e layout de imagens) Estes podem ser combinados e simplificados. Lembre-se de manter informações importantes na mesma posição independente do layout da página (Título do projeto, ano, posição da escala gráfica, espaçamento entre imagens e textos e etc) assim o leitor saberá onde encontrar a informação. 3. Faça uma curadoria crítica dos seus projetos. Ao decorrer do tempo você terá cada vez mais projetos para incluir no portfólio, mas é extremamente importante limitar e qualificar seus projetos. O número recomendado de projetos é entre 5 e 10 projetos, ou aproximadamente 20 a 30 páginas. Dessa forma você pode demonstrar suas habilidades e estilo projetual rapidamente e com objetividade. O portfólio é uma representação de seu histórico, e um reflexo do seu estilo, então é extremamente importante que você seja crítico ao escolher o conteúdo a ser apresentado. Isso também remete ao item 1 descrito, em que você deve escolher os projetos de acordo com o público que analisará seu portfólio. O portfólio deve ser feito sob medida para cada entidade ou escritório que o analisará. 4. Diagramas são importantes Não subestime o valor de um diagrama. Estes desenhos são desenvolvidos para simplificar o entendimento do conceito do projeto, agilizando a leitura e complementando o nível de informação do projeto. Diagramas de conceito, análises ambientais, estrutura, programa e volumetria adicionam valor ao portfólio, demonstram domínio de síntese e ilustram seu estilo gráfico. 5. Não exagere em desenhos técnicos Desenhos técnicos mostram seu domínio da prática, de software e de representação. Contudo, eles devem ser elaborados de acordo com a escala que o portfólio será visualizado. Um erro grave é inserir o desenho técnico original que seria impresso em uma folha A0, em um portfólio que será impresso em uma folha A4 ou A5. Simplifique o desenho técnico para o entendimento do projeto ou adicione uma "mosca" do desenho original apenas como referência gráfica. Por fim, não há a necessidade de inserir todos os desenhos técnicos realizados para o projeto. Inclua sempre apenas o necessário, que tenha informações relevantes ao portfólio. 6. Uma imagem vale mais que mil palavras Não exagere nos textos. Inclua descrições breves acompanhadas de imagens e desenhos ilustrativos autoexplicativos. Uma boa imagem pode substituir três ou quatro imagens, e textos que não agregam valor informativo ao projeto. Parte 2. O Conteúdo O que incluir: - Capa (obrigatório) - Descrição de interesses (opcional) - Carta de Introdução e Intenção (opcional mas recomendado) - Currículo (obrigatório) - Sumário (opcional mas recomendado) - Projetos com descrições, diagramas e/ou desenhos à mão, desenhos técnicos, renderizações ou fotos (obrigatório) - Página de referências (opcional) Capa A capa é a primeira impressão, e uma amostra do seu estilo. Ela deve apresentar claramente o título (Portfolio), seu nome, o ano, e na maioria das vezes o cargo que procura ou o programa acadêmico ao qual está aplicando. Descrição de interesses Na primeira página do portfólio é possível inserir uma breve descrição dos seus interesses, objetivos e currículo, para que a pessoa que esteja analisando seu portfólio entenda quais são suas intenções profissionais. Essa descrição deve se limitar a apenas um parágrafo. Carta de Introdução e Intenção A carta de Introdução e Intenção pode estar anexa ao portfólio como no corpo do email junto ao portfólio. Apesar de ser opcional, recomenda-se criar a carta narrando suas experiências profissionais prévias e o que faz de você um bom candidato à posição que está aplicando. Uma possibilidade de estrutura da carta é: -Comece descrevendo qual posição ou vaga você está aplicando -Descreva brevemente qualquer experiência de trabalho, pesquisa ou estudo relevante -Descreva quais são seus atributos e o que faz de você um bom candidato -Solicite uma reunião ou entrevista Currículo A página de currículo deve conter suas informações de contato, experiência de trabalho, educação, e qualquer experiência de vida e habilidade relevante como trabalho voluntário, cursos, linguas, e software. Se você é uma pessoa com mais experiência, então comece sempre descrevendo seus cargos prévios, seu papel em cada uma das empresas, e projetos trabalhados. Se ainda não possui experiência de trabalho, então coloque sua educação primeiro, do mais recente para o mais antigo. Descreva seus projetos relevantes produzidos ao longo de sua educação, e qualquer concurso ou premiação recebida. Sempre informe o local e data do evento descrito, e o nível de proficiência na habilidade descrita. Mantenha todos os textos alinhados e siga uma hierarquia textual e gráfica. Neste exemplo, os títulos estão em caixa alta, e negrito. A descrição está com uma fonte com serifa, e o texto com a mesma fonte do título, sem negrito. Esta técnica ajuda a redirecionar a atenção ao que realmente interessa. Sumário É extremamente recomendável que seja feito um sumário. Isso facilita a leitura e busca pelo projeto, e demonstra organização. Seu sumário pode estar condensado em uma única página, como pode ser subdividido ao longo do portfolio, em diferentes categorias como tipologia de projeto ou escala, criando sub sumários entre os projetos. Projetos Sempre comece com seu melhor projeto. Primeiras impressões são as que contam. Defina se a distribuição dos projetos será cronológica ou por tipologia. Selecione uma imagem para ser a capa do projeto. Isso manterá o leitor engajado e cria uma primeira impressão positiva. Use uma imagem que explicite o conceito principal do projeto. Ao lado, descreva o projeto em um breve parágrafo, cite pessoas que participaram do projeto, seu papel no desenvolvimento do projeto, e o local e ano em que foi feito. Continue descrevendo o projeto, e ilustre o conteúdo do texto com imagens e diagramas. Mostre plantas, cortes e qualquer outro desenho que explique o projeto. Lembre-se de filtrar o nível de informação e complexidade do desenho. Contra capa A contra capa deve conter qualquer informação adicional ao portfólio e seu contato. Você também pode adicionar uma página de referências, que pode ser usada como um fechamento de portfólio, demonstrando suas inspirações projetuais e bibliográficas. Caso não possua referências, esta página pode também ser usada para incluir um compilado de projetos seus, mais antigos, que demonstrem amplo repertório e experiência. Conclusão O portfólio é a primeira impressão do seu futuro empregador ou universidade, e demonstra não só suas habilidades, mas seus interesses. Seja sempre consistente e leve em conta a facilidade de leitura, organização e qualidade do portfólio. Use essa oportunidade para criar um material que represente quem você é e quer ser como profissional ou acadêmico. Não exite em explorar estilos gráficos e técnicas textuais. Seja criativo. Corrija erros ortográficos e use imagens em alta qualidade e legíveis. Quando analisadores encontram um portfólio com erros básicos, eles perdem o interesse e você perde a oportunidade de demonstrar seu potencial. Existem milhares de portfólios sendo produzidos diariamente por estudantes e profissionais extremamente qualificados. Crie um portfólio do qual você se orgulhe, que te diferencie e ilustre todo o trabalho e esforço.

  • Inteligência Artificial na Arquitetura: O balanço entre o ganho de eficiência e o custo ambiental.

    Imagine ter uma ideia para um novo projeto arquitetônico, e ao invés de desenhar, ou modelar no computador, simplesmente ditar a sua ideia através de um audio e ter o projeto pronto em instantes. "Hey Siri, crie uma planta de apartamento que tenha três quartos, dois banheiros, uma cozinha aberta para a sala com um terraço voltado para a face com mais vista da cidade"; e em segundos, você tem uma planta detalhada com todos os utensílios e dimensões corretas. É isso que plataformas de Inteligência Artificial proporcionarão para nós designers e arquitetos. A GPT-3 da OpenAI, é uma das plataformas que promete mudar o jogo para criação de elementos sem precisar de conhecimento algum em programação. Com mais de 175 bilhões de parâmetros, a plataforma pode gerar scripts, escrever artigos, criar obras de arte e desenvolver aplicativos, apenas com o comando da voz, sem nenhuma supervisão humana adicional. Ao procurar por padrões em sua base de dados, a plataforma sugere soluções que encaixam nos parâmetros do áudio gravado pelo usuário. GPT é uma abreviação para Generative Pre-training Transformer, ou Transformador generativo pré-treinamento, que usa algoritmos de Machine Learning para aprender automaticamente a partir de sua experiência sem ter que ser reprogramada. Para a Arquitetura isso significa criar uma base de dados com milhares de anos de experiência e experimentos, que sirvam como repertório para criar uma nova Arquitetura informada, customizada e conectada. Não podemos mais negar que a tecnologia está enraizada na Arquitetura, seja ainda pelo CAD, BIM, Ferramentas Paramétricas, e mais recentemente, o Design Generativo. Como Arquitetos devemos dominar estas ferramentas para gerar formas e espaços que impulsionam a vida na terra (e fora). A Inteligência Artificial não se tratará mais de apenas definir a orientação ótima de um ambiente, ou sua geometria, espessura ou textura, mas sim de ter uma consideração ampliada ao entorno, uso, historia, tipo de usuário e materialidade local, gerando opções de design altamente informadas por precedentes e tipologias otimizadas, se tornando não só uma extensão do lápis em nossas mãos, mas de nossos sentidos e inteligência. Ferramentas como o GPT-3 podem servir para facilitar e agilizar o processo de criação de múltiplas variações de um mesmo design arquitetônico, seja a partir de um estilo ou uma organização específica. Assim como modelos generativos, a Inteligência Artificial analisa o banco de dados de repertório, e os requisitos impostos pelo usuário, e qualifica-os, rankeando suas possibilidades do menos para o mais bem adaptado. Estas ferramentas se tornam parte do processo projetual, com uma visão holística à arquitetura, extraindo nao só quantidades mas qualidades, entendendo e dissecando todos os fatores que influenciam o processo de desenvolvimento espacial a partir da tentativa e erro. Por outro lado, devemos estar conscientes do impacto ambiental que esse poder tecnologico traz. Armazenar 45 terabytes de memória demanda um consumo energético intenso, aumentando a pegada de carbono significativamente. Estudos indicam que treinar um processador de Inteligência Artificial pode gerar mais de 280 toneladas de dióxido de carbono, o equivalente a cinco vezes a emissão de um único carro. Sabendo disso, devemos nos perguntar como desenvolver novas ferramentas que impulsionam a prática da arquitetura, mas que usem a inteligência tecnológica da maneira mais eficiente possível, beneficiando o usuário sem impactar negativamente o meio ambiente. Energias renováveis e sustentáveis devem estar no núcleo da discussão, visando o investimento intensivo em pesquisa e aplicação de novas alternativas, verificando o balanço entre o ganho para o projeto arquitetônico, e o custo ambiental.

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  • Visualização Arquitetônica | ArqBit

    VISUALIZAÇÃO Tópicos: História, Mercado, Arte, Tecnologia, Software. Visualização . A visualização arquitetônica é a habilidade de retratar a arquitetura futura e não construída no presente, englobando imagens estáticas, vídeos, panoramas, realidades virtuais e aumentadas, instalações interativas e entre muitos outros, sem uma definição de estilo específica, podendo ser desde um desenho a mão e pinturas, até um senário virtual de um filme. VISUALIZAÇÃO Com o rápido desenvolvimento e uso generalizado de software 3D, um crescente vários arquitetos e designers estão aplicando tecnologia 3D em seus projetos para complementar os métodos de representação 2D tradicionais. As tecnologias 3D visualizam e simplificam informações complexas e abstratas para clientes e produzem comprovações quantificáveis da qualidade, benefício econômico e funcionamento de um projeto. ​ Alguns argumentam que o alto custo e investimento de tempo necessário para o uso de software 3D são impedimentos significativos para a adaptação desses Softwares por Arquitetos e Designers . No entanto, com os avanços de programas de baixo custo, ou gratuitos, de renderização em tempo real, Arquitetos e Designers agora ganham independência e diminuem a necessidade de uma mão de obra especializada. A demanda por visualizações 3d vai chegar a $5.72 bilhões até 2025 Dentre os fatores de crescimento da demanda pela visualização 3d, estão o aumento da demanda por produtos personalizados, a adoção crescente da renderização 3D no setor de construção e imobiliário, a terceirização de serviços de renderização 3D, o aumento da aplicação de renderização 3D na comunicação e marketing dos projetos, e a crescente demanda por renderização em tempo real. 42% do mercado de visualização é dominado pela Arquitetura e Construção Dentre os consumidores da visualização 3D, estão a Arquitetura, Engenharia e Construção, a Indústria Automotiva, a Indústria de Jogos ( que é lider em desenvolvimento da tecnologia de visualização 3d), a Indústria Hospitalar, Manufatura, Mídia e Entretenimento. No ramo da AEC, a visualização 3D facilita o descobrimento de falhas de projeto antes da construção, agiliza a tomada de decisões e comunicação, e potencializa o marketing. 38% do mercado da visualização é concentrado nos Estados Unidos. Os Estados Unidos, Europa e Ásia, investem densamente no desenvolvimento computacional, e atualmente dominam o mercado da visualização 3d e produção de novas ferramentas de representação projetual. No Brasil, apesar da falta de mão de obra especializada, e o lento ritmo dos avanços tecnológicos, a taxa composta de crescimento anual no mercado e adoção de visualização 3D é de 25% até o ano de 2026. A ORIGEM A visualização arquitetônica existe há séculos como um meio de comunicação de design e conceituação de edificações. Anteriormente reservado às indústrias de fotografia e jogos, a renderização 3d ganhou força nas indústrias da Arquitetura, Engenharia e Design. Com o aumento do poder computacional, veio o desenvolvimento das mais avançadas ferramentas de software de modelagem 3D, tornando-as mais rápidas, demandando menos poder computacional, e mais financeiramente acessíveis.. Ferramentas computacionais permitem representações tanto hiper-realistas, quase palpáveis, quanto visões ideológicas, livre de erros, às vezes excedendo a realidade. A arte de representar espaços migrou do desenho plano sem a busca pela profundidade espacial, para a perspectiva, capturando momentos mais fiéis a realidade, e subsequentemente para as vistas ortogonais axonométricas nos anos 1920, e o desconstrutivismo nos anos 80. A década de 2010 no entanto, foi um momento de grandes avanços no campo da Inteligencia Artificial, Data Science, e Computação, tornando tecnologias de renderização mais acessíveis e eficientes, com o mercado de renderizações chegando a 1.5 bilhões de dólares em 2018. Com novas tecnologias, é possível não só representar o mundo como ele realmente é, mas como explorar novas metodologias, criando distorções e simulações que aparentam reais mas que não seguem nenhuma regra do universo físico. Animações agora, convertem o estático em um leque de possibilidade infinito. Contudo, a falta de infraestrutura, bem como de especialistas técnicos, é um dos principais motivos pelos quais a visualização arquitetônica é usada em um número limitado de empresas, e concentrada em certas regiões como Estados Unidos, Europa e Ásia. A falta de recursos tecnológicos, e de suporte adequado, leva a um aumento no custo das soluções 3D. PROCESSO SOFTWARE Com tantos programas de renderização e modelagem disponíveis, nos questionamos - Qual é a diferença entre eles? O tipo do programa influencia na qualidade e resultado final? Para isso devemos primeiro entender a tecnologia por trás desses mecanismos. CPU e GPU CPU (Central Processing Unit), ou Unidade de Processamento Central, em português , é o cérebro do computador, que processa poucas informações por vez. Já o GPU (Graphics Processing Unit), ou Unidade de Processamento Gráfico , processa várias informações simultaneamente. Alguns programas de Renderização utilizam ambos (CPU e GPU) para criar vídeos e imagens, contudo, alguns programas só utilizam ou um, ou outro. O benefício de utilizar um programa que funciona com o GPU, é a rapidez de produção de imagens. Contudo, usar o CPU, pode significar uma capacidade maior de memória de vídeo e VRAM. Biased e Unbiased Biased (ou polarizado, em português ), significa que o programa de renderização estimará os valores de cálculo de imagem, utilizando funções matemáticas ao invés de calcular cada pixel. Apesar desse processo ser mais rápido, os resultados podem não ser tão precisos. Unbiased (ou imparcial, em protuguês), significa que cada pixel é calculado sem interpolação entre os pixels, produzindo imagens mais precisas e realistas. Muitos programas de renderização são capazes de produzir imagens utilizando ambos os métodos - polarizados e imparciais. Phisically Based Rendering PBR (ou Renderizações Baseadas na Realidade, em português), simplificadamente, é um processo que usa modelos e mapas realistas de sombreamento / iluminação junto com representação de valores físicos de superfície, para representar com precisão os materiais do mundo real. FERRAMENTAS V-Ray Híbrido (CPU e GPU) - Imparcial Funciona com- Cinema 4D, 3ds Max, Maya, Houdini, Softimage, Rhino, Modo, Nuke, Katana, Sketchup, Revit, Unreal Corona CPU - Imparcial e Polarizado Funciona com - 3ds Max, Cinema 4D, ARCHICAD (alpha), Blender Keyshot CPU - Imparcial Funciona Independentemente. Maxwell GPU - Imparcial Funciona Independentemente com suporte para- Maya, 3ds Max, Softimage, Form•Z, Modo, Nuke, Rhino, ArchiCAD, Revit, Sketchup Arnold Híbrido (CPU e GPU) - Imparcial Funciona com - Maya, Cinema 4D, 3ds Max, Houdini, Katana, Softimage Lumion Híbrido (CPU e GPU) - Polarizado Funciona Independentemente com suporte para arquivos- Revit, Rhino, Sketchup, Autocad, 3DsMax, Archicad, VectorWorks, BricsCad. Unreal CPU - Polarizado Funciona Independetemente com suporte para arquivos de 3ds Max, Revit, SketchUp Pro, Cinema 4D, Rhino, SolidWorks, Catia e uma série de outros formatos DCC, CAD. RedShift GPU - Polarizado Funciona com - Maya, Softimage, 3ds Max, Cinema 4D, Houdini, Katana Enscape CPU - Polarizado Funciona com- Revit, Sketchup, Rhino, Archicad, Vectorworks. EXEMPLOS Ilustração . A ilustração é um método que propaga a criatividade. Podendo ser um processo desenvolvido em fases, em que não há restrições impostas pela conceituação do que deve ser real. Vantagens: Não depende de uma ferramenta de renderização. A ilustração estimula a imaginação do observador, e diminui o tempo de trabalho gasto em ajuste de materiais, luz e sombra. autor - Shahzia Sikander Método | Aquarela no papel Wasli ​ Misto . Um método misto normalmente se dá com uma base renderizada, seguida da adição de camadas no estilo colagem, em que escalas humanas, céu, e o entorno não precisam seguir as regras do realismo. Vantagens: Ter uma base renderizada pode permitir a obtenção de uma imagem com mais detalhes e atenção a qualidade de luz e sombra, enquanto os elementos de colagem apenas atuam como ambientação e criação de atmosfera. autor - Khoury Arquitetura Método | Sketchup V-Ray Photoshop ​ Hiper-Realista . Uma renderização Hiper-realista se baseia fortemente numa produção por um mecanismo de renderização, e modelagem 3d, focado em representar luz, materiais e profundidade de maneira fiel ao ambiente em que vivemos. ​ ​ Vantagens: Pessoas que não possuem os olhos treinados para design ou arquitetura conseguem entender a proposta de projeto rapidamente, facilitando a tomada de decisões como definição de materiais e dimensionamento. autor - Victor B. Ortiz Método | Autodesk Revit Rhino 3D Lumion 3D Photoshop ​ ​ APRENDA Pós produção + Photoshop é um curso para aqueles que querem aprender as técnicas essenciais de composição e renderização. Aqui o aluno vai aprender como os maiores estúdios de visualização criam suas imagens (Técnicas de camera, cor, materiais, modelos e etc). O aluno concluirá o curso com habilidades diversas em composição de imagem e domínio de ferramentas. VER CURSO ARTIGOS Descubra mais sobre os tópicos da ArqBit na página de Artigos. LEIA MAIS

  • Biomimética | ArqBit

    BIOMIMÉTICA Tópicos: História, Mercado, Tecnologia, Exemplos, Recursos Biomimética . Biomimética é a prática de entender, mensurar e se basear nas estratégias encontradas na natureza para resolver problemas de design de forma regenerativa. BIOMIMÉTICA O estudo biomimético é um entendimento e análise de funções e metodologias encontradas na natureza, a fim de extrair soluções inovadoras, focados em circularidade, regeneração, e consequentemente, sustentabilidade, de forma proposital e adaptada. O objetivo principal do uso da Biomimética é otimizar sistemas e produtos através do entendimento de elementos da natureza, que por biliões de anos vem se aperfeiçoando para diminuir o consumo de energia e recursos, aprimorar sua estrutura, comunicação e comunidade, de forma não destrutível. O grande benefício do uso da Biomimética é a quantidade e qualidade de informação disponível como fonte de inspiração e inovação. Isso dá abertura para encontrar soluções eficazes e eficientes de maneira rápida. Ao simular processos da natureza é possível criar inúmeras iterações de resultados em pouco tempo, facilitando a procura de uma solução ideal. A interdisciplinaridade é um dos aspectos chave da Biomimética, logo, usar métodos científicos de exploração, análise e documentação, torna o processo de pesquisa ágil e eficiente. 3.5 bilhões de anos de evolução O primeiro registro de vida data há 3,77 biliões de anos, em que cientistas encontraram vestígios micro-organismos fossilizados em fontes hidrotermais. Contudo, acredita-se que a evolução se iniciou há aproximadamente 3,5 biliões de anos, a partir de uma única célula - um ancestral comum universal. 3.000 artigos científicos anualmente A atividade acadêmica vem aumentando significativamente desde que o livro de Janine Benyus "Biomimética: Inovação inspirada pela natureza" foi publicado em 2002, de acordo com o DaVinci Index 2.0. O tema da Biomimética e design bio-inspirado se tornou um método de grande relevância no âmbito da busca por inovação. 6 passos para projetar O processo de criação a partir de pesquisa Biomimética pode ser simplificado em 6 passos - Definir um problema, Reformular o problema num contexto biológico, Explorar estratégias da Natureza, Identificar os mecanismos de eficiência, Econtrar padrões e relacionamentos entre esses mecanismos, e por fim Avaliar as descobertas e sua viabilidade. A ORIGEM Soluções inspiradas por processos encontrados na Natureza se tornaram uma abordagem recorrente para arquitetos que promovem um futuro que não compete com a natureza, mas coexiste com ela. Estruturas biológicas vem se aperfeiçoando ao longo de biliões de anos com o intuito de otimizar o uso de materiais, consumo de energia e esforços estruturais. Dessa forma, pode-se usar da eficiência da Natureza, já resultante de uma seleção natural, para gerar estruturas arquitetônicas não convencionais e que ainda atendam às necessidades do programa. A Natureza não faz nada inutilmente, portanto ela tende a evoluir e se adaptar ao meio e às suas decorrentes mudanças. Resiliência, Reciclagem, Mutualismo, Responsividade e Funcionalidade são os principais termos que acompanham a Biomimética, que usa a Natureza como modelo, medida e mentora. Historicamente o uso da Natureza na Arquitetura é intitulada com termos como o Bio-Morfismo (A tradução formal da estética da natureza à arquitetura), ou a Bio-Utilização (O uso de material biológico ou de produtos de organismos vivos na arquitetura como madeira ou jardins verticais), que apesar de poderem fornecer benefícios ao design, ou servirem de base à uma pesquisa Biomimética, não englobam ou abrangem toda a rede de complexidade de um sistema Biomimético. A ciência de compreender os fundamentos da Natureza, o modo como organismos e ecossistemas são formados, e aplica-los em outro campo do conhecimento, como a arquitetura, com o objetivo de atingir modelos otimizados e inovadores, pode ser definido como Biomimética, citado em meados da década de 90 por Janine M. Benyus. METODOLOGIA Fonte - Biomimicry Institute PESQUISA A biomimética deve ser adotada a partir da metodologia científica - adotar uma abordagem de pesquisa quantitativa, baseada em observação e experimentação, buscando adquirir informações de sujeitos no intuito de responder às questões colocadas pelo pesquisador, apresentando evidências informativas qualitativas e quantitativas relativas as soluções baseadas nos princípios da natureza. Como base para entender os princípios da b iomimética como ferramentas de avaliação para alcançar um objetivo sustentável devemos fazer as seguintes pergunta s: FERRAMENTAS - O design responde às condições locais? - É informado pelos habitantes e espécies locais ? - É um design cíclico e eficiente ? - S e adapta às estações do ano e reutiliza materiais? - É um design resiliente? - Ele pode resistir a alterações enquanto mantém a função? - Se regenera após sofrer alterações ? - O design promove otimização ? - Ele se encaixa na forma para funcionar? - Reutiliza materiais ou utiliza materiais reciclados? - Faz o design usa manufatura benigna? - O Design promove a longevidade de utilização ? Bentley-G.C. Grasshopper Dynamo BIM Bentley Generative Components é uma ferramenta de design generativo, na qual você pode explorar diversas iterações de projeto e encontrar uma solução de maneira mais ágil. Nativo ao programa desenvolvido por Robert McNeel, Rhino3D, o Grasshopper é uma ferramenta de modelagem algoritmica, em que, de forma generativa, o usuário também tem o poder de criar inúmeras iterações de projeto rapidamente. Nativo ao Autodesk Revit, o Dynamo Bim, similarmente às duas outras opções mencionadas ao lado (Bentley GC e Grasshopper), é uma ferramenta de programação visual que dá ao usuário, acesso à Interface de Programação de Aplicativo do Revit (IPA). Programação Visual [Permite a exploração de diferentes alternativas por meio da modificação de parâmetros controlados por controles visuais ao invés de linguagem de programação (Coding)] Geometria Inicial Geometria Final Programação [A alternativa à Programação Visual, é a programação tradicional com linguagens como Python, Java Script e C++] Aprender uma linguagem de programação é uma habilidade essencial para aqueles que desejam se aprofundar no domínio da criação de algoritmos generativos. A programação abre portas para um novo nível de entendimento da técnica formal, e possibilita criar e editar as próprias ferramentas de programação visual e potencializar as ferramentas CAD já existentes criando scripts e processos que facilitam a criação de um design. EXEMPLOS Eficiência Energética . Formigas de madeira (Formica rufa ) maximizam a absorção de energia solar em seus ninhos através da otimização de sua orientação e posicionamento. A superfície do ninho possui diversas aberturas que servem como acesso e duto de ventilação. Durante a noite e no frio, as formigas tapam os buracos retendo o calor. Dessa forma, o ninho é adaptável às condições do local, oferecendo condições ideais à sobrevivência das formigas. Potencialidades: Usar essa estratégia pode ser benéfica para minimizar o consumo de energia de condicionamento climático em um projeto. A orientação do ninho determina a localização das aberturas para circulação e entrada de luz Eficiência Estrutural . O casco de uma tartaruga resiste à pressão através de placas entrelaçadas de várias formas (ortogonalmente, e randomicamente), consistindo em camadas rígidas e flexíveis. As placas são feitas de queratina, a mesma proteína que compõe a construção de cabelos, unhas, penas e garras. Cada placa, formada por essas camadas de queratina se unem através de emendas chamadas finger-joint , que oferecem estabilidade dimensional, e reduzem o disperdício de material. Potencialidades: Placas estruturais de uma cobertura pode ser desenvolvida usando essa estratégia para otimizar a resistência à esforços estruturais e juntas entre placas. Camadas de queratina como proteção e rigidez principal Tecido em Malha encapsulado por fibras dispostas ortogonalmente Fibras dispostas sem ordem na orientação (randomicamente) Eficiência de Materiais . O bolor limoso é extremamente eficaz, capaz de criar redes extensas e altamente eficientes entre as fontes de alimento. Ele maximiza sua capacidade de encontrar comida "lembrando" e fortalecendo as porções de seu citoplasma que se conectam a fontes de alimentos ativos. Ao minimizar as conexões mantendo apenas as vias ativas, ele usa a menor quantidade de recursos e energia possível, ao mesmo tempo em que cria um sistema resiliente que toleranta a falhas. ​ Potencialidades: Utilizar algoritmos generativos pode possibilitar a criação de diversas iterações de design a fim de encontrar a solução mais eficiente seja estrutural ou de circulação. ​ ​ O fungo otimiza suas ramificações para encontrar o menor caminho percorrido Plug-ins para Simulações | Honeybee LadyBug Diva Ecotect Radience Plug-ins para Simulações | Karamba 3D Kangaroo Physics Concha BullAnt Hummingbird ​ Plug-ins para Simulações | Opossum Wallacei Galapagos Octopus Shortest Path ​ ​ APRENDA Grasshopper + Biomimética é um curso desenvolvido para alunos interessados em modelagem paramétrica e programação visual com enfoque em desenvolvimento de estruturas bio- inspiradas e pavilhões. O curso aborda assuntos do nível básico ao avançado para que o aluno tenha total independência para criar após os quatro dias de aula. VER CURSO ARTIGOS Descubra mais sobre os tópicos da ArqBit na página de Artigos. LEIA MAIS

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